sábado, 10 de outubro de 2009

Adoçantes

O que são adoçantes?

Adoçantes ou edulcorantes são substâncias de baixo ou inexistente valor energético que proporcionam a um alimento o sabor adocicado. Além da sacarose ( açúcar natural mais difundido mundialmente ), são largamente utilizados a sacarina, ciclamato, taumatina que são moléculas bastantes distintas dos glicídios naturais.

Os adoçantes podem ser classificados em artificiais ou sintéticos como a sacarina sódica, ciclamatos, etc., que não apresentam valores calóricos, e os naturais como a frutose, o sorbitol etc, que possuem menos caloria que a glicose presente na sacarose.

Estudos indicam que os adoçantes artificiais são, em muitos casos, nocivos à saúde mesmo em concentrações preconizadas por órgãos de saúde.

Tipos de adoçantes

Acesulfamo-k ou E 950: Não é metabolizado pelo organismo e tem poder adoçante 200 vezes maior que o açúcar.

Aspartame ou E 951: É um dos mais recentes, seu poder adoçante se aproxima a sacarina. É proibido o seu consumo àqueles com fenilcetonúria. Perde o sabor quando submetido a temperaturas superiores a 120°C ou mais baixa de forma prolongada. Seu poder adoçante é 200 vezes superior ao da sacarose, ou seja, é necessário uma dose 200 vezes menor que a de açúcar.

Ciclamato ou E 952: É 50 vezes mais doce que o açúcar. Segundo a Organização Mundial da Saúde pode produzir cancro e mutações. Produz também alergias. Os ciclamatos estão proibidos nos Estados Unidos, Japão, Inglaterra e França. Seu uso é contraindicado para grávidas.

Flavonóides

Frutose. É conhecido como o 'açúcar para diabéticos. É comumente encontrada em frutos. É utilizado para a fabricação de produtos para diabéticos, porém o seu consumo deve ser controlado, já que pode ser interconvertida em glicose. A frutose metaboliza-se mais lentamente.

Glicose: Componente da sacarose e, basicamente, o glicídeo mais utilizado metabolicamente para a produção de energia.

Isomaltose ou E 953

Lactitol. Adoçante artificial pobre em calorias. É empregado para a confecção de doces de baixas calorias. É recomendável aos diabéticos. É menos doce que a sacarose porém mais estável que o aspartamo.

Lisozima ou E 1105

Manitol ou E 421

Maltitol ou E 965

Neohesperidina dihidrocalcona ou E 959 Elaborado da laranja amarga.

Neotame: O mais potente que existe

Polidextrose ou E 1200: Adoçante utilizado por suas propriedades gelificadoras e espessantes, ideal para a produção de sobremesas.

Sacarina ou E 954: Proibido na França e Canadá. Nos Estados Unidos é obrigatório constar nos rótulos dos produtos que contenham este aditivo que ele é nocivo a saúde. Acredita-se que doses inferiores a 2,5 gramas ao dia não são tóxicas. Não é aconselhável o seu uso por mulheres grávidas.

Sacarose ou açúcar de mesa: É obtida da beterraba (contendo 15%) ou da cana-de-açúcar (com 25% de sacarose).

Lactose açúcar encontrado no leite, possui baixo potencial dulçor. É utilizada como insumo inerte (II) em preparações homeopáticas.

Sorbitol ou álcool de açúcar: Tem as mesmas vantagens e inconveniências que a frutose, porém pode causar diarréia se for consumido em excesso. É o adoçante geralmente utilizado nas gomas de mascar "sem açúcar". No fígado pode ser transformado em glicose e frutose.

Steviosídeos : Extraído da Stevia rebaudiana. Um adoçante natural, rejeitado por muitos por ter sabor caracteístico, mas que vem se popularizando nos centros urbanos.

Sucralose ou E 955: Açúcar modificado com átomos de cloro, é 600 vezes mais potente que o açúcar comum.

Taumatina ou E 957

Xilitol ou E 967: Adoçante parecido ao sorbitol, pouco utilizado devido ao seu custo de produção. É utilizado em gomas de mascar de valor mais elevado.

Sacarose X Sacarina

A sacarose (C12H22O11), também conhecida como açúcar de mesa é um tipo de glícido formado por uma molécula de glicose e uma de frutose produzida pela planta ao realizar o processo de fotossíntese. O amido, ao ser digerido,nunca passa a ser sacarose - ele passa sempre a ser maltose.

Utilização

É formada pela união de uma molécula de glicose e uma de frutose. Encontra-se em abundância na cana-de-açucar, frutas e beterraba.

A sacarose, o açúcar comum comercial, é amplamente distribuído entre as plantas superiores. Encontra-se na cana de açúcar (Sacharum officinarum) e na beterraba (Beta vulgaris), sendo que o suco da primeira, a garapa, contém de 15-20% e o da segunda de 14-18% de sacarose. É doce e a sua fermentação por leveduras é muito utilizada comercialmente.

É hidrolisada com grande facilidade por ácidos diluídos, resultando da reação o ´´ açúcar invertido``, isto é, a mistura equimolar de D-glicose e D-frutose, que é levogira, porque a frutose possui rotação específica negativa (-92,4º) mais alta do que a rotação específica positiva da glicose (+52,7º). A reação é chamada de inversão e é estritamente monomolecular, isto é, a fração da sacarose presente, cindida por unidade de tempo, é constante. Assim, a velocidade da reação depende exclusivamente da concentração de sacarose. A inversão da sacarose pode ser efetuada também enzimaticamente. A invertase, que cinde os b-frutosídeos, e as a-glicosidases são as enzimas que catalisam a sua hidrólise.

À base disso, a sacarose é considerada um a-glicosídeo e um b-frutosídeo.A sacarose não é um açúcar redutor. Isso significa que os dois grupos redutores dos monossacarídeos que a formam estão envolvidos na ligação glicosídica, ou seja, o átomo de carbono C1 da glicose e C2 da frutose devem participar da ligação. A hidrólise ácida da sacarose octometilada fornece 2,3,4,6-tetra-O-metil-D-glicose e 1,3,4,6-tetra-O-metil-D-frutose.

O açúcar, como também é conhecido, é normalmente encontrado no estado sólido e cristalino. É usado para alterar (adoçar) o gosto de bebidas e alimentos. É produzido comercialmente a partir de cana-de-açúcar ou de beterraba.Pelo menos metade da energia necessária para um indivíduo tocar seu dia-a-dia pode ser encontrada na natureza, sob a forma de açúcares e amidos.

Produção no Brasil

O Brasil produz açúcar a partir da cana-de-açúcar, devido a sua alta concentração de sacarose (15% a 20%) e também as condições climáticas favoráveis ao plantio. A Rússia, maior importadora de açúcar brasileiro, extraia toda a sua produção a partir da beterraba (14% a 18% de sacarose), mas devido ao preço exorbitante de sua produção optou por importar açúcar brasileiro.

Molécula de Sacarina

A Sacarina é um dos mais antigos adoçantes. Descoberto em 1879 por Ira Remsen e Constantine Fahlberg da Universidade Johns Hopkins

Químicamente é uma Imida o-sulfobenzóica, cuja fórmula química é C7H5O3NS · 2H2O. É uma substância artificial derivada do petróleo (tolueno mais ácido cloro-sulfônico).

É usada como adoçante não-calórico, e na medicina quando é contraindicada a ingestão de açúcar. É trezentas vezes mais doce que a sacarose. A sacarina não é metabolizada, é excretada sem alterações pelo organismo. Não existe comprovação da sua toxicidade em humanos, apesar de químicos não descartarem a possibilidade do consumo em excesso de sacarina estar ligado a casos de câncer.

A sua produção comercial só se iniciou em 1999, e atualmente é muito utilizada como adoçante em refrigerantes de baixo valor calórico.

Ligações externas

A Fenilalanina é um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos.

É um composto natural que está presente em todas as proteínas (vegetais ou animais). O corpo humano necessita da fenilalanina, pois é uma parte integral de todas as proteínas do nosso corpo. Os humanos não conseguem sintetizar a fenilalanina, logo é um componente essencial da nossa dieta diária, sem ela o corpo não consegue funcionar.

A fenilalanina é encontrada no aspartame, um adoçante, substituto do açúcar e muito utilizado em bebidas, principalmente refrigerantes.

Existe um grupo de pessoas que sofrem da uma rara doença hereditária chamada fenilcetonúria (PKU). A estas pessoas falta uma enzima que é necessária para digerir a fenilalanina. Esta, como não é absorvida, passa a acumular-se no organismo até ser convertida em compostos tóxicos, designados por fenilcetonas (como o fenilacetato e a fenetilamina), que são expelidos pela urina. Os doentes com PKU que ingerem a fenilalanina sofrem de diferentes sintomas de toxicidade, incluindo atrasos mentais especialmente em crianças, e distúrbios intelectuais nos adultos.

Fenilalanina

Nome IUPAC

Ácido 2-amino-3-fenil-propanoico

Outros nomes

Ácido 2-amino-3-fenil-propiônico

Identificadores

Número CAS

(DL ou racêmico) 673-06-3 (D) 63-91-2 (L)&c=1&v= 150-30-1 (DL ou racêmico) 673-06-3 (D) 63-91-2 (L),
63-91-2 (L)

PubChem

994

SMILES

C1=CC=C(C=C1)CC(C(=O)O)N

Propriedades

Fórmula química

C9H11NO2

Massa molar

165.18 g mol-1

Compostos relacionados

Aminoácidosrelacionados

Alanina (2-aminopropanoico)
Tironina (4-(4-hidroxifenoxi)-L-fenilalanina)

Excepto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições PTN

O tão falalado aspartame

O aspartamo ou aspartame é um aditivo alimentar utilizado para substituir o açúcar comum e foi criado em 1965 pela empresa americana G.D. Searle & Company [2] e comprada posteriormente pela Monsanto. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas. É formado quimicamente por (L-fenilalanina e L-aspártico), ligados por um éster de metila (metanol), sendo sua ingestão diária recomendada de 40 mg/kg de peso corpóreo .

O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas, em todo o mundo e está presente em mais de 6000 produtos.[4]

Segundo a nomenclatura Europeia, o aspartamo corresponde ao edulcorante E 951.[5]

A ingestão diária aceitável (ADI) de aspartamo, na Europa, é de 40mg/kg de peso corporal. Nos EUA é de 50mg/kg.[6]

Estrutura química

Quimicamente, o aspartamo é N-L-alfa-aspartil-L-fenilalanina 1-metilester. É portanto um dipeptidio sintético composto pelos aminoácidos aspartato e fenilalanina.[7] Por esta razão, produtos alimentares contendo aspartamo devem mostrar um aviso do tipo "Contém uma fonte de fenilalanina", pois a ingestão excessiva deste aminoácido pode ser prejudicial em indíviduos com fenilcetonúria

Estabilidade

O aspartamo é muito estável em ambientes secos, mas sofre degradação em soluções aquosas, quando submetido a um calor prolongado.O seu grau de degradação em solução aquosa depende do pH, da temperatura, da atividade da água e da composição do produto alimentar.Só o α-aspartamo é que é doce, logo a degradação tem como consequência a perda de doçura do produto alimentar. O produto é assim rejeitado pelos consumidores. [7] [8]

Farmacocinética

O aspartamo é metabolizado no tracto gastrointestinal por esterases e peptidases, em três metabolitos: dois aminoácidos, o ácido aspártico (aproximadamente, em 40%) e a fenilalanina (aproximadamente, em 50 %) e em metanol (aproximadamente, em 10%).

A metabolização dos três componentes parece ser idêntica àquela que se verifica quando são ingeridos individualmente.

A metabolização deste edulcorante providencia, aproximadamente, 4 kcal/g de energia. No entanto, esta contribuição energética é negligenciável, uma vez que as quantidades de edulcorante adicionadas aos alimentos são muito pequenas devido ao seu potente poder adoçante.

Polêmica

Existe uma polêmica quanto aos seus possíveis efeitos maléficos na saúde humana. Existem até hoje diversos estudos contraditórios sobre a segurança no consumo de aspartamo. É considerado por alguns uma neurotoxina (mata neurônios) e também como carcinogênico (provoca câncer).

A Fundação Européia de Oncologia e Ciências do Meio Ambiente B. Ramazzini, instalada em Bolonha, Itália, anunciou que os resultados de um estudo feito com 1.800 ratos "mostram pela primeira vez que o aspartamo é um agente cancerígeno".[9]

"A substância é capaz de provocar linfomas e leucemia em ratos, mesmo quando administrada em doses muito parecidas com a dose diária admitida para o homem", diz o instituto em um comunicado.

"O estudo gera novas dúvidas sobre os vínculos em potencial entre a exposição ao aspartamo e o câncer, embora confirme a ausência de ligação entre o aspartamo e tumores cerebrais", destacou a Agência Francesa de Segurança Sanitária dos Alimentos (AFSSA).

"Estes resultados preliminares ainda devem ser confirmados antes que a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) faça uma reavaliação dos riscos ligados ao aspartame", diz o comunicado da AFSSA.

A EFSA divulgou a 4 de maio de 2006 um parecer sobre este estudo.[10] Este considera que os resultados apresentados eram consistentes com a existência de doença respiratória crônica na colônia de animais usados para o teste, e que o nível de tumores apresentado não pode ser considerado na sua totalidade, já que determinados tumores eram compatíveis com efeitos a longo prazo de tratamentos administrados aos animais.

Uma revisão de 2004 da literatura referente ao poder cancerígeno de diferentes adoçantes refuta a periculosidade do aspartamo, ao comparar diversos estudos científicos publicados nos últimos anos.[11]

Magnuson, B. A. et al realizaram um estudo intitulado Aspartame: "A Safety Evaluation Based on Current Use Levels, Regulations, and Toxicological and Epidemiological Studies" e publicado a 8 de Setembro de 2007, na Critical Reviews in Toxicology.[12] Através de estudos toxicológicos e epidemiológicos que levam a acreditar que o aspartamo não tem relação ao cancro e nem afeta o sistema nervoso central, a aprendizagem ou o comportamento.[7]

Já o Dr. Russel L.Blaylock [13] ao estudar o ácido aspártico que é um aminoácido que constitui 40% do aspartame descreveu mais de 500 experiências cientificas comprovando a deterioração das células neurais.

Dr. H.J.Roberts [14] é especialista em diabete e membro do ADA e realizou alguns estudos que comprovam que o aspartame não resolve nenhum problema diabético e piora gravemente os sintomas.

Estudos realizados pelo Health Efects Institute comprovam que o metanol contindo no aspartame, mesmo em poucas doses pode levar a problemas de saúde[15].

Aditivos alimentares

Os aditivos alimentares são substâncias que são adicionadas aos alimentos com o propósito de manter ou modificar o seu sabor ou melhorar a sua aparência. Alguns aditivos são utilizados há séculos, como o sal (por exemplo no presunto) ou o vinagre(nos picles) entre outros.

Com o desenvolvimento da indústria alimentar na segunda metade do século XX, foram progressivamente introduzidos novos aditivos,mais fortes,azedos,molhados,secos,mal cheirosos e duráveis de origem natural e artificial, permitindo a produção em larga escala e o transporte de alimentos a grandes distâncias, assegurando que o produto chega ao consumidor com um aspecto atrativo. Os aditivos utilizados na produção de um determinado alimento devem ser obrigatoriamente discriminados na sua embalagem, incluídos na lista de ingredientes utilizados na sua elaboração. Os aditivos utilizados pela indústria devem forçosamente ter sido objeto de aprovação prévia e fazer parte de uma lista dita positiva. Todos os aditivos eventualmente utilizados e não incluídos nessa lista são ilegais e o seu uso é portanto proíbido. Na União Europeia, como meio para regulamentar a sua utilização e informar os consumidores, os aditivos alimentares são identificados por um código único composto de um número antecedido pela letra "E".

Categorias de aditivos alimentares

Acidulantes

São adicionados ácidos aos alimentos para tornar os sabores mais "vivos", e também para servir como conservantes e antioxidantes. Alguns ácidos comumente usados são: ácido acético, ácido cítrico, ácido tartárico, ácido málico, ácido fumárico e o ácido láctico.

Reguladores de acidez

São utilizados para alterar ou controlar a acidez ou alcalinidade dos alimentos.

Antiaglomerantes, antiumectantes

Evitam a aglomeração de partículas de produtos em pó (como no sal ou leite em pó).

Agentes antiespuma (antiespumantes)

Reduzem ou inibem a formação de espumas em alimentos.

Antioxidantes

Atuam como conservantes ao inibir os efeitos do oxigênio sobre os alimentos, sendo em geral benéficos para a saúde (a Vitamina C é um exemplo).

Agentes de volume

São incorporados para aumentar o volume do alimento, sem alterar as suas características (por exemplo amido).

Corantes

Adicionados para substituir cores perdidas durante a preparação ou para tornar os alimentos mais atrativos.

Fixadores de cor

Utilizados para preservar a cor original dos alimentos.

Emulsificantes

Fazem com que a água e óleos permaneçam misturados numa emulsão, como na maionese.

Aromatizantes (flavorizantes)

Dão aos alimentos sabores ou aromas particulares, podendo ter origem natural ou artificial.

Intensificadores de sabor

Intensificam o sabor original dos alimentos.

Humidificantes (umectantes)

Evitam que os alimentos sequem, além de ser benéfico à saúde.

Conservantes

Previnem ou inibem os estragos causados nos alimentos por fungos, bactérias, e outros microorganismos.

Estabilizantes, espessantes, gelificantes

Como o ágar ou a pectina (utilizada em compotas) conferem aos alimentos texturas mais firmes. Não sendo verdadeiros emulsionantes, ajudam a estabilizar as emulsões. Os espessantes aumentam a viscosidade dos alimentos sem alterarem significativamente as suas restantes propriedades. Já os gelificantes atuam no alimento para que este adquira a consistência de um gel. Além de não causar nenhum dano a saúde . Em uma dieta líquida espessada, o amido de milho ou a maizena em contato com o pH ácido do estômago forma gel e assim torna mais lento o esvaziamento do alimento no estômago, e evita refluxo.

Edulcorantes (adoçantes)

Alteram o sabor dos alimentos. Adoçantes, que não o açúcar, são adicionados para reduzir a energia fornecida pelo alimento ou por poderem ser ingeridos por diabéticos.

Outras

Outras categorias de aditivos menos numerosas são: endurecedores; espumantes; dispersantes de gases em alimentos líquidos ou sólidos; levedantes químicos; os agentes de transporte incluindo solventes de transporte; sais de fusão; dispersantes de proteínas; agentes de brilho e proteção superficial; amidos modificados; gases de embalagem e propulsores; complexantes de metais.


P.S

Adoçantes são um meio paleativo de se poder manter a forma ou para que os diabéticos não tenham uma vida tão amarga. Mas tudo tem o seu preço, até a água que bebemos não é 100% pura, o ar que respiramos contém uma porcentagem de oxigênio que é um oxidante para nossas células, entre outras coisas que poderiam ser enumeradas.

Vivemos num mundo capitalista e quem pode mais chora menos, há pesquisas que mostram o uso de adoçantes como causadores de câncer, mas mesmo assim são produzidos e consumidos. Não sou dono da verdade mas temos que ter consciência do que fazemos.

Referências

Merck Index, 11th Edition, 861.

http://www.monsanto.com.br/institucional/para_sua_informacao/aspartame_nutrasweet.asp Apartame Nutra Sweet

ANVISA. Considerações sobre o Uso do Edulcorante Aspartame em Alimentos. Acesso em 30 de abril de 2009.

http://www.aspartame.org Aspartame Information Center

http://www.asae.pt Autoridade de Segurança Alimentar e Económica

SCF (2002); Opinion of the Scientific Committee on Food: Update on the Safety of Aspartame.

7,0 7,1 7,2 7,3 Magnuson, B. A.; Burdock, G. A.; Doull, J.; Kroes, R. M.; Marsh, G. M.; Pariza, M.W.; Spencer, P. S.; Waddell, W. J.; Walker, R.; Williams, G. M.; (2007) Aspartame: A Safety Evaluation Based on Current Use Levels, Regulations, and Toxicological and Epidemiological Studies; Critical Reviews in Toxicology, 37:629–727.

8,0 8,1 http://www.toxnet.nlm.nih.gov ToxNet

http://www.ramazzini.it

http://www.efsa.europa.eu/science/afc/afc_opinions/1471_en.html

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?db=pubmed&cmd=Retrieve&dopt=Abstract&list_uids=15367404&query_hl=1&itool=pubmed_docsum

http://www.tandf.co.uk/journals/titles/10408444.asp

J Neuropathology Experimental Neurology. 1996;55:1115-23

Dr. H.J. Roberts, Aspartame (NutraSweet) Is It Safe?, Charles Press, page 283/84. Cook, M.R., F.J. Bergman, et al., 1991. "Effects of Metol Vapor on Human Neurobehavioral Measures," Research Report No. 42, Health Effects Institute, 141 Portland Street, Suite 7300, Cambridge, MA 02139, (617) 621-0266, agosto de 1991.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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